Fase 1 – Fase social, sem dependência física, apenas dependência emocional:
Inicia-se na primeira vez que se bebe (associada a dois factores fundamentais: Predisposição Orgânica e Benefícios). O primeiro sintoma é a dependência emocional. O desenvolvimento emocional pára e a pessoa torna-se pouco tolerante. Como geralmente isso acontece na infância ou na adolescência, a mudança emocional geralmente não é percebida, pois confunde-se com a má-criação, infantilidade ou temperamento forte. A partir daí, a doença desenvolve-se mais ou menos de forma lenta, dependendo da predisposição orgânica. Bebe-se pouco e socialmente, não há perdas em virtude do uso. Não há problemas físicos.
Fase 2 – Fase social, sem dependência física, apenas dependência emocional:
O organismo modifica-se: tem-se a tolerância aumentada (bebe-se mais que na fase 1). Não há problemas em consequência da ingestão de álcool. Não há problemas físicos. Não há dependência física, apenas emocional.
Fase 3 – Fase problemática, com dependência física e emocional:
Bebe-se muito (altíssima tolerância). O beber torna-se um problema. Muitos problemas emocionais, ressacas constantes, problemas em decorrência da bebida, problemas familiares, problemas de relacionamento. Há o início da síndrome de abstinência. Pode existir internamentos. Há boas expectativas de recuperação física. Há muitas perdas. Perda de controle.
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Fase 4 – Fase problemática, com dependência física e emocional:
Bebe-se muito pouco (menos que na fase 1). Inicia-se a atrofia do cérebro. Pode-se ter delírios. Pode-se ter as mãos trémulas por períodos excessivamente longos. Problemas físicos e emocionais extremos. Pode-se ter Esquizofrenia. Muitas vezes confunde-se com psicose maníaco-depressiva. Há poucas expectativas de recuperação física. Perdas extremas.
Os adolescentes que bebem demais enfrentam uma série de riscos, que variam de ferimentos acidentais à morte por envenenamento alcoólico. Os cientistas talvez também possam acrescentar mais um perigo a essa lista: danos cerebrais… Estudos preliminares indicam que beber de maneira excessiva regularmente pode danificar os cérebros adolescentes e dos jovens adultos, ainda em estágio de desenvolvimento, e talvez destruir as células cerebrais que ajudam a governar o aprendizado e a memória.
Cientistas americanos temem que os adolescentes e jovens adultos que ficam bêbados regularmente sofram de danos cerebrais duradouros, o que tornaria mais difícil para eles saírem-se bem no trabalho e nos estudos:
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Exames aos cérebros de adolescentes que abusam do álcool sugerem danos no hipocampo;
O hipocampo é a região do cérebro responsável pelo aprendizado e memória;
Em média, os jovens que bebem pesadamente têm hipocampos 10% menores do que os seus colegas;
Adolescentes que bebam demais saem-se mal em testes de memória;
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